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aprovado
O
que a gente viu e aprovou...
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Muito além das expectativas
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CQC - Custe o que custar Band ano: 2008
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Quando vi os comerciais anunciando a estréia do programa Custe o Que Custar – CQC da Band logo vi uma cópia do Pânico na TV. E pior, ainda achava que seria totalmente sem graça. Mas como sempre gosto de assistir estréias não podia perder essa. Ainda mais que, mesmo com minha pré-desaprovação, eles contam com Marcelo Tas como âncora, o que garante muito mais crédito, entretenimento e respeito ao telespectador que o “vendedor” Emilio Surita, lá do outro programa. E Marcelo Tas, como sempre, coordena bem e anuncia quadros divertidos. Apesar de não trazer muitas inovações para o humor brasileiro o programa faz rir. E mais! Utilizam uma trilha sonora de primeira, músicas de bandas como Metallica e Nirvana (no momento só lembro destas duas, mas tocaram várias bandas boas) fazem a ponte dos quadros para os apresentadores. Os homens de preto, na verdade repórteres humorísticos (se é que isso existe), apresentam matérias com certo conteúdo e muita diversão. Impossível não rir do denominado “repórter inexperiente”. O cara fingia não saber como agir na frente da câmera, se mostrando nervoso ao entrevistar a rainha bundística Gretchen (é assim que se escreve?). E enquanto arrancava fiapos da meia fazia perguntas hilárias ou citações como “Pornô evangélico”, ao falar sobre o filme que Gretchen fez com seu marido. Outro quadro interessante foi a reportagem (isso mesmo, reportagem!) feita por um tal (desculpe minha ignorância) de Rafinha sobre a poluição na represa Billings, maior reservatório de água da região metropolitana de São Paulo. Cobrou as autoridades de uma forma divertida e rígida ao mesmo tempo. Chegou até a colocar uma privada no meio do prédio da sabesb, onde aguardou devidamente sentado (e sem as calças!), para poder ser atendido por algum responsável. Muito interessante! Uma matéria jornalística no estilo gonzo que faltava no Brasil. Ainda é cedo pra dizer. Por enquanto o programa ainda não se rendeu a modismos, guerra de audiência e merchandising (até brincaram com isso ao expulsarem a Daniela Cicarelli que fazia uma pequena divulgação de seu programa dominical), mas já é uma boa opção para as segundas. Ainda mais com os filmes fracos que a Rede Globo passa na Tela Quente. Que continuem assim! 18*3*2008 Fagner Branco Fagner é um revolucionário anarquista
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